Rinoplastia secundária pode necessitar de enxertos do septo, orelha ou costela

Quando um paciente é submetido à rinoplastia, ou Plastica de Nariz como é definida popularmente, alguns fatores podem culminar em resultados desfavoráveis tanto em termos de estética, quanto de funcionalidade.

Erros acontecem quando houve falhas de avaliação no pré-operatório, ou até mesmo por pouco domínio técnico em cirurgia plástica. Fatores independentes do cirurgião, também podem resultar em anormalidades na estrutura nasal, como a resposta cicatricial do paciente, uma retração incomum dos tecidos e a facilidade de formar fibrose.

Nesses casos, o paciente se vê insatisfeito com o resultado e, deseja realizar um segundo procedimento – chamado de rinoplastia secundária – para reverter os problemas e desproporções da primeira plástica de nariz.

Rinoplastia secundária e enxertos

Na Rinoplastia Secundária, grande parte dos cirurgiões busca reconstruir a estrutura nasal por meio de enxertos autógenos, ou seja, retirados da própria pessoa. Os mais comuns são: o enxerto de septo, orelha ou costela, variando de acordo com a quantidade de cartilagem necessária para realizar "esculturas" satisfatórias.

Quando se trata da cartilagem do septo, ela já está na parte interna da estrutura nasal. Isso significa que não será preciso fazer incisões em outras partes do corpo para conseguir cartilagem. Dessa forma, o trauma cirúrgico é quase nulo e o pós-operatório bem mais confortável para o paciente.

Nos casos em que serão feitas apenas pequenas correções no nariz, a cartilagem da orelha também pode ser aplicada. Entretanto, o cirurgião irá optar por retirar a cartilagem das costelas, quando a cirurgia demandar enxertos estruturais mais resistentes e retilíneos. Esse ato cirúrgico é feito a partir de uma pequena incisão na região inferior da mama, nas mulheres, e em área correspondente, nos homens.

Outros enxertos

Em relação aos enxertos aloplásticos – ou seja, os sintéticos, como silicone e medpore, – alguns médicos contraindicam o seu uso para rinoplastias. Isso porque, a cartilagem autógena é considerada mais segura do que os enxertos artificiais, considerando o alto risco de infecção e rejeição.

E, para mais informações sobre rinoplastia secundária, aprenda mais com o site educativo do Dr. Marcelo Wulkan − membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), International Confederation for Plastic, Reconstructive & Aesthetic Surgery (IPRAS) e da American Society of Plastic Surgeons (ASPS).

O Dr. Wulkan faz parte das seguintes entidades médicas:
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