Devido à diversidade de tipos ósseos, musculares e de pele, a cirurgia de lifting facial é altamente individualizada. Existem dezenas de técnicas disponíveis e somente durante a consulta médica será possível prever o tipo de cirurgia e a extensão da cicatriz resultante.
Em algumas situações, uma cirurgia de menor porte pode ser suficiente para restaurar a jovialidade de locais específicos da face, como por exemplo, a cirurgia das pálpebras e supercílios.
De maneira geral, o Dr. Wulkan tem preferência por uma técnica que remodela a face e pescoço como uma unidade única. Trata-se da abordagem utilizada por cirurgiões plásticos americanos especialistas em cirurgia de face com os quais o Dr. Wulkan aprendeu diretamente. Desta forma, a melhora estética é global e natural, pois não resta região “envelhecida” entre área “rejuvenescida”.
O minilifting é usado para sinais leves de envelhecimento e a cicatriz resultante é apenas na região imediatamente à frente da orelha e, eventualmente, se prolonga por 1-2 cm atrás da orelha.
O lifting facial completo envolve a menor cicatriz possível na frente e atrás da orelha e, se necessário, um pequeno prolongamento para a região dos cabelos. Após fazer a incisão, a pele é separada cuidadosamente dos músculos e compartimentos de gordura da face. O sistema músculo aponeurótico superficial (SMAS) é uma estrutura de grande importância na cirurgia e é artisticamente reposicionada e suturada trazendo de volta o tônus muscular da face. Dessa maneira, o excesso de pele é ressecado com mais segurança pois não existe tensão durante a sua retirada. O Dr. Wulkan considera este momento fundamental para se ter o bom resultado; afinal, a beleza do rosto jovem está na definição de suas estruturas e não na aparência “esticada”. Em seguida, a camada de gordura pode ter o seu excesso ressecado, esculpido ou reposicionado para dar mais volume à região das maças do rosto. A pele restante é tracionada para cima e para trás e é finalmente suturada com cuidado extremo para resultar em cicatrizes pouco aparentes. Em algumas situações o pescoço ainda pode ser lipoaspirado e/ou é realizada uma segunda incisão escondida no sulco abaixo do queixo para poder aproximar o músculo do pescoço que está alargado e com aparência de “cordas de violino”.
Sempre que necessário, associa-se procedimentos de lipoescultura facial, nos quais se retira gordura da própria paciente para preencher áreas com falta de volume e/ou sulcos naturais pronunciados.
Devido à reabsorção óssea natural que ocorre com o avançar da idade, pode-se utilizar um implante para ser colocado no queixo de maneira que a harmonia facial pode se beneficiar ainda mais com a cirurgia de face. Outra opção é utilizar o próprio osso da mandíbula e “avançar” sobre a região deficiente. Trata-se da cirurgia estética do queixo e mandíbula que vem se tornando cada vez mais comum para pacientes com o perfil sem equilíbrio.
A cirurgia de face traz um novo contorno de face com um pescoço mais liso. Como as cicatrizes são escondidas em linhas de expressão naturais ou locais onde se esperam ver sombras, elas se tornam finas e pouco perceptíveis.
Se necessário, procedimentos faciais estéticos podem ser utilizados após a recuperação da paciente para destacar ainda mais o ganho da beleza. O Restylane® (ou similares) e gordura da própria paciente podem preencher depressões e aumentar o volume da face. A aplicação de Botox® pode ajudar a prolongar resultados relaxando os músculos e diminuindo as rugas restantes. Dermoabrasão, peelings, ácidos e laser também são usados quando indicados.
Quando a face se recupera do inchaço e cicatrização, um rosto mais jovial se torna evidente, melhorando o bem estar e confiança do paciente.