Gordura subcutânea e Gordura visceral

Nem toda gordura é igual. Quando a gordura da barriga esta presente abaixo do subcutânea, por exemplo, ela não representa perigo para a saúde, enquanto que a gordura visceral, aquela que envolve os órgãos internos podem causar danos a saúde. A gordura visceral é associada ao diabetes e a problemas cardíacos, mais do que um índice de massa corporal (IMC). Não há explicações sobre o razão pela qual isso acontece, mas especula-se que a visceral pode levar a uma inflamação prejudicial à saúde. Em comparação, embora a gordura subcutânea pese para baixo, ela não parece ser tão perigosa, pelo menos até à luz do conhecimento científico atual.

Para determinar a diferença entre os dois tipos de gordura, você mesmo pode fazer o teste: tente beliscar alguém com uma “barriga grande”: se você conseguir segurar uma grande parte em sua mão, provavelmente é gordura subcutânea. Caso contrário, é visceral. “O modo como você perde gordura pode ser tão importante quanto à quantidade de gordura perdida”, afirma Dr. Samuel Klein, professor de medicina e ciência nutricional da Universidade de Washington School of Medicine para o Los Angeles Times.
A gordura da barriga é um forte indício de potenciais problemas de saúde, tais como doenças cardíacas e diabetes.

Dr. Klein liderou um estudo em 2004, que demonstrou que os pacientes que passaram por uma lipoaspiração e perderam alguns quilos de gordura subcutânea não obtiveram qualquer benefício em sua saúde associados a perda de peso, como a pressão arterial, redução do colesterol ou maior sensibilidade à insulina. Isto porque para a gordura visceral, que está diretamente ligado com as questões de saúde, a lipoaspiração sozinha não irá funcionar. Em vez disso, é importante cortar calorias e fazer mais exercícios.

Outro fato interessante,  é que cerca de uma em cada quatro pessoas obesas parecem ter colesterol bom, a pressão arterial normal e sensibilidade à insulina. Isso quer dizer que, você não pode prever se um obeso terá ou não problemas de saúde, sem uma bateria de exames.

De acordo com um ex-presidente da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética (ASAPS), “Quase todos os pacientes com IMC acima de 30, precisam emagrecer antes de começar o procedimento”.

Fonte: ASAPS

(IMAGENS MERAMENTE ILUSTRATIVAS; NÃO REPRESENTAM PACIENTES REAIS OU TRATAMENTOS OU TÉCNICA EXCLUSIVA OU PROMESSAS DE RESULTADO; CONVERSE SEMPRE COM SEU MÉDICO DE CONFIANÇA PARA TIRAR DÚVIDAS)