Era digital: a saúde na internet

Nos dias de hoje se você tem uma pergunta sem resposta, tudo que você precisa fazer é acessar a internet e pesquisar sobre o assunto. Embora essa seja uma solução útil para saber sobre a metereologia ou comprar um bilhete de avião, parece que mais e mais pessoas estão usando a internet para buscar informações que possam afetar diretamente o seu bem-estar.

De acordo com uma pesquisa recente da Pew Internet Product, muitas pessoas se conectam para fazer pesquisa online sobre saúde. O estudo também analisa quais tipos de indivíduos são mais propensos a ir em busca de informações de saúde. A pesquisa que cerca de três quartos dos homens e mulheres usam a internet atualmente, porém 86% dos usuários de internet do sexo feminino são mais propensos a fazer pesquisa em saúde, em comparação à 73% dos homens que navegam pela web.

É interessante observar a nova tendência que as mulheres têm para pesquisar na internet. Elas se interessam por sintomas e tratamentos, elas também estão investigando vários procedimentos estéticos e usando a web para encontrar médicos ou centros estéticos. Por isso, recursos de pesquisa de cirurgiões plásticos certificados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) ou da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética (ASAPS) são muito úteis e importantes nessa triagem. Por exemplo, saber que seu médico faz parte da SBCP já credencia que ele não é um aventureiro de outra área médica que está navegando pela área da cirurgia plástica sem ter tido um treinamento e avaliação de seus conhecimentos previamente. É fundamental que os pacientes procurem on-line por um médico de confiança devem se certificar-se que estão procurando por médicos que façam parte das respectivas entidades médicas de sua especialidade.

A educação também tem um papel importante sobre a busca de informações de saúde. De acordo com o estudo, 91% dos graduados em faculdades nos EUA vão utilizam pesquisas online, em comparação com apenas 64% daqueles que possuem apenas um diploma do ensino médio. Algo parecido deve ocorrer no Brasil, embora até o momento não exista pesquisa específica sobre isso.

Dos internautas que se formaram com ensino superior cerca de 89% usam a web para fazer pesquisas médicas, enquanto apenas 70 % dos graduados do ensino médio fazem o mesmo. A pesquisa também mostra que as pessoas com maior renda têm mais probabilidade de usar a internet para pesquisa em saúde. 87% dos internautas de alta renda fazem esse tipo de pesquisa, enquanto apenas 72% das famílias de menor rendimentos navegam para procurar informações de saúde.

Usar a internet para fazer pesquisas iniciais em vários procedimentos ou na busca de médicos pode ser um movimento sábio, mas os pacientes devem entender que nem todas as informações encontradas na web são confiáveis. É por isso que é essencial para os interessados em cirurgia plástica marcar uma consulta com um cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Os médicos poderão examinar e dar a informação detalhada aos pacientes em potencial que precisam para tomar uma decisão final antes de finalmente realizar a cirurgia plástica.

Fonte: ASAPS

(IMAGENS MERAMENTE ILUSTRATIVAS; NÃO REPRESENTAM PACIENTES REAIS OU TRATAMENTOS OU TÉCNICA EXCLUSIVA OU PROMESSAS DE RESULTADO; CONVERSE SEMPRE COM SEU MÉDICO DE CONFIANÇA PARA TIRAR DÚVIDAS)